Institucional

 

Conselho da Cinemateca

O Conselho da Cinemateca Brasileira é formado por representantes dos poderes públicos da esfera federal, estadual e municipal, além de pessoas com comprovada experiência no campo audiovisual brasileiro. Criado em 1956, sua principal função é orientar e colaborar no desenvolvimento institucional da Cinemateca.

Presidente Emérito do Conselho
Thomaz Farkas

Conselheiro Emérito
Rudá de Andrade

COMPOSIÇÃO EM 2017

Presidente
Ismail Xavier

Membros Natos

Ministro de Estado da Cultura - Roberto Freire
Secretária do Audiovisual - Mariana Ribas
Diretor-Presidente da Ancine - Manoel Rangel
Secretário de Estado da Cultura de São Paulo - José Luiz de França Penna
Secretário Municipal de Cultura - André Sturm
Coordenadora-Geral da Cinemateca Brasileira - Olga Futemma
Representante dos funcionários da Cinemateca Brasileira - Leandro Pardi

Membros Eleitos

Arthur Autran
Bacharel em Comunicação Social pela Universidade de São Paulo (1994), mestre em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (1999) e doutor em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (2004), é professor adjunto da Universidade Federal de São Carlos, com ênfase em cinema, Brasil, história, ideologia e crítica. Publicou o livro Alex Viany: Crítico e Historiador em 2003.

Carlos Augusto Calil
Professor, desde 1987, do Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da ECA/USP, foi vice-presidente da Comissão de Cinema da Secretaria Estadual de Cultura (1977-1979), diretor e presidente da Embrafilme (1979-1986), além de diretor da Cinemateca Brasileira (1987-1992) e do Centro Cultural São Paulo (2001-2004). De 2005 a 2012, foi Secretário Municipal de Cultura de São Paulo. É realizador de documentários em filme e vídeo, autor de ensaios e editor de publicações sobre cinema, iconografia, teatro, história e literatura. Organizou, em 2009, a Caixa Paulo Emilio, que reúne os ensaios Vigo, vulgo Almereyda e Jean Vigo, de Paulo Emílio Sales Gomes, além de dois DVDs de filmes de Jean Vigo.

Carlos Diegues
Cursou Direito na PUC-Rio, onde iniciou suas atividades de cineasta amador, na companhia de David Neves, Arnaldo Jabor, Paulo Perdigão e outros. Participou ativamente da fundação do Cinema Novo, junto com Glauber Rocha, Leon Hirszman, Paulo Cesar Saraceni, Joaquim Pedro de Andrade e outros. Realizou diversos filmes, dentre os quais Ganga Zumba (1964), A Grande Cidade (1966), Joanna Francesa (1973) e Bye Bye Brasil (1980), trabalhando também com comerciais, documentários e videoclipes. A maioria de seus filmes foi selecionada por festivais internacionais, como Cannes, Veneza, Berlim, Nova York e Toronto, e exibida comercialmente na Europa, Estados Unidos e América Latina. Escreveu críticas, ensaios e manifestos cinematográficos em diferentes publicações, no Brasil e no exterior.

Carlos Ebert
Diretor e fotógrafo de cinema, televisão e publicidade, estudou Arquitetura na Universidade Federal do Rio de Janeiro e Cinema na Escola Superior de Cinema São Luiz, em São Paulo. Foi diretor de fotografia de O bandido da luz vermelha (1968), O rei da vela (1983), Fé (1998), À margem da imagem (2002) e Rua 6, s/n (2002), entre outros, além de programas televisivos, como O povo brasileiro (2000), ganhador do Grande Prêmio Cinema Brasil de TV em 2001. Recebeu prêmios como diretor de fotografia nos festivais de Brasília, Gramado, Locarno, Recife e Dresden, entre outros. Desde 1970 dedica-se ao ensino da fotografia para cinema. Foi vice-presidente da Associação Brasileira de Cinematografia - ABC (2002-2004).

Edina Fujii
Empresária, é gerente geral da Quanta há 26 anos. Em 1998 criou o Prêmio Quanta, oferecido em festivais para incentivar a produção regional e estimular jovens profissionais do cinema e que, em oito anos, ajudou a realização de mais de 180 filmes. Trabalhou pela criação da Escola Superior de Cinema Darcy Ribeiro e é parceira de universidades federais e particulares em vários estados. Integrou o Conselho Superior de Cinema, participa do Congresso Brasileiro de Cinema e fundou, em 2005, a União Nacional da Infra-Estrutura Cinematográfica - UNINFRA, que defende uma política de incentivos fiscais para empresas que importam e fornecem equipamentos e serviços de infraestrutura para o setor.

Eduardo Morettin
Possui graduação em História (1988), mestrado em Artes (1994) e doutorado em Ciências da Comunicação (2001) pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor doutor da USP. Tem experiência na área de Cinema e História, com ênfase em Teoria e História do Audiovisual e História do Brasil República, tendo publicado principalmente sobre os seguintes temas: cinema e história, cinema brasileiro, história do Brasil, história do cinema e filme histórico. É um dos organizadores do livro História e Cinema: dimensões históricas do audiovisual (2007), conselheiro do Instituto de Estudos Brasileiros - IEB e da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual - SOCINE e coordenador do programa de pós-graduação em Meios e Processos Audiovisuais, sediado na ECA/USP. Em 2010, foi professor visitante da Université Paris-Est Marne-la-Vallé.

Hermano Penna
Diretor de cinema e roteirista, recebeu, por seu primeiro longa-metragem, Sargento Getúlio (1983), os prêmios de melhor diretor no Festival de Locarno, Suíça, e melhor filme em Gramado. Dirigiu, nas décadas de 1970 e 1980, documentários para o Globo Repórter, além de filmes de curta e longa metragem, ficção e documentário, para o cinema. Seus filmes receberam prêmios também no Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.

Ismail Xavier (Presidente)
Bacharel em Comunicação Social com Habilitação em Cinema (1970), mestre (1975) e doutor (1980) em Letras (Teoria Literária e Literatura Comparada) pela USP e doutor em Cinema Studies - New York University (1982), é professor associado da USP. Crítico de cinema e professor livre-docente da ECA/USP, ministrou aulas como professor-visitante na Universidade de Chicago (EUA), Leeds (Inglaterra) e Paris III - Sorbonne (França). Publicou mais de 15 livros sobre cinema, como autor ou organizador, dentre os quais Sertão mar: Glauber Rocha e a estética da fome (1983) e Alegorias do subdesenvolvimento: Cinema novo, Tropicalismo, Cinema marginal (1993). Participa do Conselho Editorial das revistas Novos Estudos CEBRAP, Literatura e Sociedade, Devires, Alceu e Olhar.

Luiz Carlos Bresser-Pereira
Professor Emérito de Economia pela Fundação Getúlio Vargas, foi Ministro da Economia do Governo José Sarney, implementando o Plano Bresser. No primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, foi Ministro da Administração e Reforma do Estado, encarregado de elaborar a reforma gerencial do Estado brasileiro e a lei das Organizações Sociais. Também foi Ministro de Ciência e Tecnologia já no segundo mandato do governo FHC. É crítico de cinema e autor de diversos livros, traduzidos ao espanhol, inglês e francês.

Lygia Fagundes Telles
Escritora, formada em Direito pela Universidade de São Paulo, é membro da Academia Brasileira de Letras, da Academia Paulista de Letras e do PEN Club do Brasil. Cinco vezes ganhadora do Prêmio Jabuti (por Verão no Aquário; As Meninas; A Disciplina do Amor; A Noite Escura e mais Eu; e Invenção e Memória), recebeu inúmeros outros prêmios no Brasil, em Portugal (Prêmio Camões, mais importante da literatura portuguesa, pelo conjunto da obra) e na França (Grande Prêmio Internacional Feminino para Contos Estrangeiros). Foi publicada na França, Estados Unidos, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Suécia, República Checa, Espanha, entre outros, – com obras adaptadas para TV, teatro e cinema.

Maria Dora Genis Mourão
Doutora e mestre em cinema pela USP, realizou pós-doutorado em cinema e novas tecnologias na Écoles des Hautes Études en Sciences Sociales - EHESS, Paris. É professora titular do Departamento de Cinema, Rádio e TV da ECA/USP, onde leciona teoria e prática da montagem. Montou diversos filmes e vídeos culturais e de pesquisa, entre eles os documentários São Paulo Sinfonia e Cacofonia (1994), de Jean-Claude Bernardet e São Paulo Cinemacidade (1994), de Aloysio Raulino. Coorganizou, com Amir Labaki, o livro Cinema do Real (2005) e, com Maria do Rosário Caetano e Laure Bacqué, o livro Jean-Claude Bernardet: uma homenagem (2007). É vice-diretora da ECA/USP; vice-presidente do Centre International de Liaison des Écoles de Cinéma et Télévision - CILECT, sendo responsável pela área de Publicações e Pesquisa; diretora do CINUSP Paulo Emílio; presidente da Sociedade Amigos da Cinemateca – SAC; e presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual - SOCINE.

Nelson Simões
Engenheiro de Computação formado pela PUC-Rio, é diretor-geral da Associação Rede Nacional de Ensino e Pesquisa - RNP, qualificada como Organização Social vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia para o desenvolvimento de projetos tecnológicos em redes avançadas de pesquisa e educação no Brasil. Como diretor-geral, é responsável pela infraestrutura nacional de alto desempenho para comunicação e colaboração que engloba as 400 principais organizações brasileiras de ensino superior, pesquisa e inovação. Ele é conselheiro do Comitê Gestor da Internet no Brasil, eleito como representante da comunidade científica e tecnológica e diretor da Cooperação Latino-Americana de Redes Avançadas - CLARA, organização internacional responsável pela rede regional de pesquisa latino-americana.

Ugo César Giorgetti
Diretor e roteirista. Começou como diretor de filmes publicitários para televisão, passando também pelas principais agências do país. Nos anos 1970, dirigiu o único curta-metragem da sua carreira, Campos Elísios (1973), sobre o bairro paulistano de mesmo nome. Em seguida dirigiu o média-metragem Prédio Martinele (1975). Seu primeiro longa-metragem foi Quebrando a cara (1987), um documentário sobre o pugilista Eder Jofre. Pararela à sua atividade de realizador, produziu dois documentários do cineasta Evaldo Morcazel, sendo que À margem da imagem (2002) foi o vencedor do Kikito de melhor documentário do Festival de Gramado em 2003.

Sociedade Amigos da Cinemateca

A Sociedade Amigos da Cinemateca - SAC, entidade civil sem fins lucrativos, foi criada em 1962 com o objetivo de desenvolver ações de apoio à Cinemateca Brasileira. Desde então, sua atuação tem sido abrangente, direcionada para a difusão da cultura cinematográfica e audiovisual e para a viabilização de projetos para o desenvolvimento das atividades primordiais da Cinemateca.

Nos últimos anos, com seu apoio decisivo na captação de recursos e gestão de programas e projetos, a Cinemateca Brasileira realizou diversas ações como mostras, cursos, debates, exposições, produção e edição de livros, e restauração de obras cinematográficas brasileiras.

O papel desempenhado pela SAC é estratégico e fundamental para a Cinemateca Brasileira, cuja responsabilidade no cenário cultural nacional só pode ser cumprida com a conjunção de esforços governamentais - nos seus níveis municipal, estadual e federal - de instituições de fomento à pesquisa e do decisivo apoio da iniciativa privada.

Essa mobilização contínua já demonstrou sua eficiência, como pode ser constatado nas obras de restauração dos edifícios tombados da Cinemateca Brasileira; na construção de espaços como a Sala Cinemateca Petrobras em 1998, a Sala Cinemateca BNDES em 2007, os arquivos climatizados para a preservação de filmes em 2001 e o Centro de Documentação e Pesquisa em 2002.

O apoio da SAC tem sido essencial também para a realização de projetos de grande envergadura na área museológica e arquivística, como o Censo Cinematográfico Brasileiro; nos programas de restauração e digitalização de acervos, como o Banco de Conteúdos Culturais, e na modernização tecnológica que tem propiciado nível de excelência em preservação e acesso ao audiovisual brasileiro.

Parceiros

Sociedade Amigos da Cinemateca - SAC

Associação Brasileira de Cinematografia - ABC 

Rede Nacional de Ensino e Pesquisa - RNP 

Agência Nacional do Cinema - ANCINE 

Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto - ACERP

Prefeitura do Município de São Paulo

OBORÉ - Projetos Especiais em Comunicações e Artes

Relatórios institucionais